O flex morreu. Longa vida ao flex

Estou aqui a fazer um pouco de futurologia mas acredito mesmo que o vinil de impressão para personalizar roupa tenha os seus dias contados.

A adopção do DTF por tantas estamparias é um prenúncio muito grande para esta mudança de paradigma em impressão de roupa com custos baixos.

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O flex de impressão era um dos métodos favoritos para personalização de roupa com quantidades baixas, muitas cores e a custos reduzidos. Era, repito.

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O flex sempre teve alguns problemas que, devido à forma como é produzido, seriam difíceis de ultrapassar e de a técnica evoluir favoravelmente. 

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Ecologia

Começamos pela ecologia e pelo desperdício gerado numa produção, mas antes é preciso definir o que é este vinil. Trata-se de um rolo de plástico colorido (normalmente branco para permitir impressão) que é pintado com a imagem que o cliente pretende. 

O flex neste campo é uma desgraça. Os rolos têm cerca de 50cm de comprimento e em situações normais, até 50% deste rolo pode ser desperdício (lixo). Quase um crime ambiental.

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Elevada quantidade de trabalho manual

Pegando no indicado acima, o vinil é impresso e cortado mecanicamente com outra máquina. Esta segunda máquina normalmente tem uma lâmina que corta a imagem.

No entanto após este corte superficial é preciso ter alguém que “despicule” a imagem com uma pinça. Este é um trabalho muito meticuloso e que pode demorar por vezes horas para uma única produção. 

O DTF não precisa de corte

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Perda de pormenores

Atendendo à forma como a imagem é normalmente cortada, qualquer pormenor pequeno (textos e logos) acaba por ser perdido porque as lâminas são simplesmente incapazes de fazer cortes de milímetros. Não há ao dia de hoje formas de contornar este problema com excepção de criar uma margem à volta da imagem (que ninguém gosta).

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Ora, o DTF vem eliminar por completo estes três problemas.

Utilizando rolos mais pequenos que são recicláveis, o desperdício também reduz consideravelmente;

O trabalho manual reduz-se a cortar o rolo em pedaços individuais, algo muito mais rápido de fazer e com muito menos margem para erro;

Não havendo cortes para ser feitos nas imagem impressas, também a perda de pormenores é altamente reduzida. O DTF consegue criar pormenores extremamente pequenos e que não precisam de cortes. 

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Do ponto de vista de quem escreve este artigo, o DTF será uma alternativa muito superior ao flex de impressão e que irá - em breve - eliminar quase por completo a oferta deste método de impressão de roupa.

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estampagem têxtil

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